segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

SOMENTE POESIA
P VC
UM ABENÇOADO DIA

BJIINHOS DE LUZ


Ver a Lua no céu
serve para me lembrar
que sempre há alguma Luz,
mesmo que aparentemente seja plena a escuridão.
Ando procurando uma Lua para as minhas noites:
pode ser cheia ou sorrindo, só não quero por ora, a Lua negra.


By Helô Strega

sábado, 25 de fevereiro de 2012

 PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!
P VC

HOJE 25 DE FEVEREIRO
EM 25 DE FEVEREIRO DE 1976 NASCEU A MINHA LUZ
UMA LUZ BRILHANTE, QUE JAMAIS IMAGINAVA QUE FOSSE ASSIM
{É PRECISO SER MÃE PARA SABER COMO É:}UMA LUZ, TÃO PEQUENINA, TÃO INDEFESA,
MAS UM AMOR TÃO GRANDE ,QUE NÃO TEM TAMANHO
ESSA LUZ ERA UM ANJO CHAMADO FILHASÓ AMOR DE FILHO NOS DÁ ESSA GRANDEZA
AMO,AMO,AMO PARA ALÉM DA ETERNIDADE
PEÇO A DEUS SEMPRE PELA SUA FELICIDADE
QUE ESTE DIA SE REPITA, POR MUITOS E MUITO ANOS
OS ANJOS MANDADOS POR DEUS MERECEM... MUITA SAUDE, MUITA PAZ ,MUITO AMOR, E TUDO O QUE MAIS DESEJARES
QUE A TUA LUZ BRILHE ETERNAMENTE
FELICIDADE SEM FIM
BJINHOS NO TEU CORAÇÃO

QUANDO NÃO INTERESSA OUVIR O OUTRO, FICA PARECENDO A PRAÇA É NOSSA, CADA UM DIZ, O QUE ACHA QUE OUVE, E NÃO QUER OUVIR É NADA... O DESGASTE É MUITO, A MENTIRA É MUITO MAIS!.... E TEMOS QUE ACEITAR, O QUE JÁ  SABEMOS QUE EXISTE, NÃO SE É PERFEITO VERDADE... MAS TB... NÃO SE QUER MUDAR DE VIDA, P UNS É MUITO CONVENIENTE PARA OUTROS,INFELIZMENTE, TEM QUE SE TENTAR ACEITAR, NÃO SEI TB POR CONVENIÊNCIA ,OU POR NECESSIDADE! TALVEZ AS DUAS! SE ACHA QUE TEM QUE CONTINUAR ASSIM. POIS A VIDA JÁ PASSOU,É O QUE PARECE SE DEIXOU TUDO, BEM CEDO LÁ PARA TRÁZ SE ACOMPANHOU POR AMOR, DEIXANDO MUITOS QUE TB SE AMAVA, TENTANDO FAZER UMA VIDA FELIZ! NÃO É DE TODO SÓ INFELICIDADE,EXISTE ALGUÉM MAIS IMPORTANTE AOS QUAIS, SE DEDICA TODO O AMOR, E ATENÇÃO NÃO PEDIRAM PARA NASCER,NEM SEUS PAIS PARA ESCOLHER POR ISSO ,E SÓ, VALE A PENA TENTAR SER FELIZ E VIVER! AMOR MAIOR NÃO EXISTE,COMO ELES NÃO EXISTE IGUAIS ´UM AMOR IMENSO, QUE NÃO TEM TAMANHO,NEM COMPARAÇÃO, QUE AINDA É PEQUENO, PRA OS AMAR, O NOSSO CORAÇÃO!!!!!!!!!!!
SABER AMAR DE VERDADE
E MUITO BOM!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Bom dia c carinho Desejo Na verdade eu finjo Que está tudo bem. Que não percebo a Tua ausência e que a Saudade não me alicia A chorar. Na verdade eu tento não sentir o teu silencio Cheio de amor me espreitando, Querendo sei lá... Talvez que eu vá te amar... E eu doida para ir. (Cida Luz) Somente poesia! MIL BJINHOS DE LUZ E MUITA PAZ NOS VOSSOS CORAÇÕES

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Hoje me sinto

Menina frágil
e ao mesmo tempo forte
Menina criança, mas sem medos
Menina madura sem pesadelos
Menina, acordada,
mas com tempo pra dormir
Menina, em busca de sonhos,
que nem sonhados foram
Menina protetora
sem precisar de proteção
Menina com pressa de viver
pra não morrer

domingo, 29 de janeiro de 2012

Descobri-te, muito alem do físico.
Da emoção todos os limites transpondo
Pisando ainda oscilante, em solo desconhecido.
Deixando fluir, me desarmando, me expondo.

Burlei preconceitos, ignorei preceitos.
Mergulhei na fonte límpida, oferecida.
Desnudei a alma, libertei sentimentos.
Imergi as dores impostas pela vida

Deixei a voz que é silêncio me trasladar
Cri na transparência que se abriu pra mim
E no despojado gesto de me amar assim

Ao emergir, corpo e alma renovados.
Deixei na fonte resquícios de memória
E sem medo de seguir, reeditei minha historia.

12 fevereiro 2008
16:35 hrs

Glória Salles
Houve um tempo em que
voava,
E me perdia numa estranha alegria
Escutando o vento.
Agora outra vez...
Pelo céu quero voar,
E por sobre a muralha dessa vida,
Construir meu momento.
Sem medo,
Deixar-me envolver na mais doce loucura
Lançar-me nesse vazio,
E absorver o silêncio profundo e vasto
Que me dá todas as respostas
Hoje quero voar...
Libertar o coração das amarras,
Deixa-lo livre
Para desvendar os horizontes
Desvanecer no espaço.
Esconder-me do mundo fazer parar o tempo...
Viver o sonho mais sonhado.
E num ato encantado,
dormir, no colo
da lua.

Glória Salles
A Mulher Portuguesa Tem um Bocado de Pena dos Homens A mulher portuguesa não é só Fada do Lar, como Bruxa do Ar, Senhora do Mar e Menina Absolutamente Impossível de Domar. É melhor que o Homem Português, não por ser mulher, mas por ser mais portuguesa. Trabalha mais, sabe mais, quer mais e pode mais. Faz tudo mais à excepção de poucas actividades de discutível contribuição nacional (beber e comer de mais, ir ao futebol, etc). Portugal (i.e., os homens portugueses) pagam-lhe este serviço, pagando-lhes menos, ou até nada.

O pior defeito do Homem português é achar-se melhor e mais capaz que a Mulher. A maior qualidade da Mulher Portuguesa é não ligar nada a essas crassas generalizações, sabendo perfeitamente que não é verdade. Eis a primeira grande diferença: o Português liga muito à dicotomia Homem/Mulher; a Portuguesa não. O Português diz «O Homem isto, enquanto a Mulher aquilo». A Portuguesa diz «Depende». A única distinção que faz a Mulher Portuguesa é dizer, regra geral, que gosta mais dos homens do que das mulheres. E, como gostos não se discutem, é essa a única generalização indiscutível.

A Mulher Portuguesa é o oposto do que o Homem Português pensa. Também nesta frase se confirma a ideia de que o Homem pensa e a Mulher é, o Homem acha e a Mulher julga, o Homem racionaliza e a Mulher raciocina. E mais: mesmo esta distinção básica é feita porque este artigo não foi escrito por uma Mulher.

Porque é que aquilo que o Homem pensa que a Mulher é, é o oposto daquilo que a Mulher é, se cada Homem conhece de perto pelo menos uma Mulher? Porque o Português, para mal dele, julga sempre que a Mulher «dele» é diferente de todas as outras mulheres (um pouco como também acha, e faz gala disso, que ele é igual a todos os homens). A Mulher dele é selvagem mas as outras são mansas. A Mulher dele é fogo, ciúme, argúcia, domínio, cuidado. As outras são todas mais tépidas, parvas, galinhas, boazinhas, compreensíveis.

Ora a Mulher Portuguesa é tudo menos «compreensiva». Ou por outra: compreende, compreende perfeitamente, mas não aceita. Se perdoa é porque começa a menosprezar, a perder as ilusões, e a paciência. Para ela, a reacção mais violenta não é a raiva nem o ódio – é a indiferença. Se não se vinga não é por ser «boazinha» – é porque acha que não vale a pena.

A Mulher Portuguesa, sobretudo, atura o Homem. E o Homem, casca grossa, não compreende o vexame enorme que é ser aturado, juntamente com as crianças, o clima e os animais domésticos. Aturar alguém é o mesmo que dizer «coitadinho, ele não passa disto…» No fundo não é mais do que um acto de compaixão. A Mulher Portuguesa tem um bocado de pena dos Homens. E nisto, convenhamos, tem um bocado de razão.

O que safa o Homem, para além da pena, é a Mulher achar-lhe uma certa graça. A Mulher não pensa que este achar-graça é uma expressão superior da sua sensibilidade – pelo contrário, diverte-se com a ideia de ser oriundo de uma baixeza instintiva e pré-civilizacional, mas engraçada. Considera que aquilo que a leva a gostar de um Homem é uma fraqueza, um fenómeno puramente neuro-vegetativo ou para-simpático – enfim, pulsões alegres ou tristemente irresistíveis, sem qualquer valor.

E chegamos a outra característica importante. É que a Mulher Portuguesa, se pudesse cingir-se ao domínio da sua inteligência e mais pura vontade, nunca se meteria com Homem nenhum. Para quê? Se já sabe o que o Homem é? Aliás, não fossem certas questões desprezíveis da Natureza, passa muito bem sem os homens. No fundo encara-os como um fumador inveterado encara os cigarros: «Eu não devia, mas.. » E, como assim é, e não há nada a fazer, fuma-os alegremente com a atitude sã e filosófica do «Que se lixe».
Homens, em contrapartida, não podiam ser mais dependentes. Esta dependência, este ar desastrado e carente que nos está na cara, também vai fomentando alguma compaixão da parte das mulheres. A Mulher Portuguesa também atura o Homem porque acha que «ele sozinho, coitado; não se governava». O ditado «Quem manda na casa é ela, quem manda nela sou eu» é uma expressão da vacuidade do machismo português. A Mulher governa realmente o que é preciso governar, enquanto o homem, por abstracção ou inutilidade, se contenta com a aparência idiota de «mandar» nela. Mas ninguém manda nela. Quando muito, ela deixa que ele retenha a impressão de mandar. Porque ele, coitado, liga muito a essas coisas. Porque ele vive atormentado pelo terror que seria os amigos verificarem que ele, na realidade, não só na rua como em casa não «manda» absolutamente nada. «Mandar» é como «enviar» – é preciso ter algo para mandar e algo ao qual mandar. Esses algos são as mulheres que fazem.

O Homem é apenas alguém armado em carteiro. É o carteiro que está convencido que escreveu as cartas todas que diariamente entrega. A Mulher é a remetente e a destinatária que lhe alimenta essa ilusão, porque também não lhe faz diferença absolutamente nenhuma. Abre a porta de casa e diz «Muito obrigada». É quase uma questão de educação.

A imagem da «Mulher Portuguesa» que os homens portugueses fabricaram é apenas uma imagem da mulher com a qual eles realmente seriam capazes de se sentirem superiores. Uma galinha. Que dizer de um homem que é domador de galinhas, porque os outros animais lhe metem medo?
Na realidade, A Mulher Portuguesa é uma leoa que, por força das circunstâncias, sabe imitar a voz das galinhas, porque o rugir dela mete medo ao parceiro. Quando perdem a paciência, ou se cansam, cuidado. A Mulher portuguesa zangada não é o «Agarrem-me senão eu mato-o» dos homens: agarra mesmo, e mata mesmo. Se a Padeira de Aljubarrota fosse padeiro, é provável que se pusesse antes a envenenar os pães e ir servi-los aos castelhanos, em vez de sair porta fora com a pá na mão.

Miguel Esteves Cardoso, in ' A Causa das Coisas '
foi escrito em 1955
imaginem hoje como será a mulher Portuguesa kkkkk falo por mim

domingo, 1 de janeiro de 2012

“Filho é um ser que nos foi emprestado para um curso intensivo de como amar alguém além de nós mesmos, de como mudar nossos piores defeitos para darmos os melhores exemplos e de aprendermos a ter coragem. Isto mesmo ! Ser pai ou mãe é o maior ato de coragem que alguém pode ter, porque é expor-se a todo o tipo de dor, principalmente o da incerteza de estar a agir corretamente e do medo de perder algo tão amado. Perder? Como? Não é nosso, recordam-se? Foi apenas um empréstimo”.